Winston Churchill: um dos maiores estadistas de todos os tempos

Winston Churchill (1874-1965) foi um rebelde quando criança, medíocre quando adolescente, mas por muitos visto como “gênio” quando adulto. Ao não se acovardar para o nazismo, uma das maiores ameaças às liberdades civis de todos os tempos, ele se tornou um dos gigantes do século XX. 

Conheça sua vida e trajetória. 

Winston Churchill: nasce um estadista 

Winston Leonard Spencer Churchill nasceu no dia 30 de novembro do dia 1874, prematuro de dois meses, no seio da nobre e aristocrática família britânica Spencer.
Foto: Churchill adolescente – TriCurioso

Winston Leonard Spencer Churchill nasceu no dia 30 de novembro do dia 1874, prematuro de dois meses, no seio da nobre e aristocrática família britânica Spencer.  

Filho de uma norte-americana e filha de um dos donos, na época, do New York Times, Jennie Spencer-Churchill com um político inglês, Lord Randolph Henry Spencer Churchill, Winston foi uma criança rebelde com resultados medíocres na escola. No entanto, anos depois, na adolescência, dedicou-se com primor a matemática e a história; destacando-se como um dos melhores alunos de sua turma — no prestigiado colégio Harrow.  

Harrow formou, dentre outros ilustres, dois reis, oito primeiros ministros, vários membros do parlamento e até o herói Doutor Estranho — o ator Benedict Cumberbatch, que atua na figura do personagem da Marvel.  

Desde jovem, Churchill apresentou um sério problema de dicção. Suas letras “S” e “Z”, por exemplo, tinham um som arrastado; de difícil compreensão. Mas isso não o impediu de desenvolver um grande gosto pela oratória.  

Após falhar por três vezes, o jovem Winston conseguiu, em 1893, entrar para o prestigiado colégio militar real de SandHurst, formando-se em oitavo lugar na sua turma de 150 alunos (a instituição recebeu, anos mais tarde, recebeu William, Duque de Cambridge; o Príncipe William, filho da Lady Diana). Em 1985, ele se formou como segundo tenente no Quarto Regimento de Cavalaria do exército inglês. 

Churchill: o soldado jornalista 

No mesmo ano, após se formar, Winston Churchill trabalhou como correspondente na guerra cubana de independência; cobrindo o conflito pelo jornal The Daily Graphic. Além de atuar como jornalista, o futuro estadista também lutou no conflito. Churchill foi um dos tenentes britânicos com as forças espanholas lutando contra revolucionários cubanos.
Foto: Churchill (direita) e um soldado inglês (esquerda) – ThoughtCo

No mesmo ano, após se formar, Winston Churchill trabalhou como correspondente na guerra cubana de independência; cobrindo o conflito pelo jornal The Daily Graphic. Além de atuar como jornalista, o futuro estadista também lutou no conflito. Churchill foi um dos tenentes britânicos com as forças espanholas lutando contra revolucionários cubanos.

No ano seguinte, Winston foi enviado para a cidade indiana de Bangalore onde ficou por três meses combatendo na Segunda Guerra Anglo-Afegã (conflito entre Reino Unido e Afeganistão). Além de exercer funções militares, Churchill também participou de várias batalhas e escreveu diversos artigos para jornais e revistas inglesas. 

Em 1898, o combatente, e jornalista, foi transferido para o Egito; serviu no vigésimo primeiro regimento de lanceiros no Sudão, onde participou de uma das últimas cargas britânicas de cavalaria da história, uma espécie de “comboio” de cavaleiros que assistimos no cinema, na Batalha de Omdurman (confronto entre ingleses e egípcios contra os sudaneses). 

Em 1899, após voltar ao Reino Unido e perder as eleições para um assento no parlamento britânico, rumou para a África do Sul para cobrir a Segunda Guerra dos Bôeres (desencadeada após uma anexação territorial da Inglaterra na África do Sul; os nativos, colonos holandeses, se rebelaram e deram início ao conflito). 

Durante a cobertura da guerra, foi capturado, preso e enviado para um campo de prisioneiros de guerra em Pretória, atual capital sul-africana, mas conseguiu fugir após percorrer, a pé, cerca de 500 quilômetros.

Depois de uma fuga cheia de peripécias, os bôeres puseram sua cabeça a prêmio, mas Churchill conseguiu fugir e retornar ao Reino Unido (onde foi aclamado por sua fuga e por seus feitos como jornalista). 

No entanto, ainda que em casa, Winston demonstrou interesse de voltar à África do Sul (e deu certo). Em território sul-africano, participou de uma série de batalhas, contribuindo ativamente para a vitória britânica no conflito. 

Regressando, de vez, para o Reino Unido em 1900, Churchill foi catapultado para a fama graças a seus feitos militares e aos diversos artigos que escreveu nas guerras que participou nos anos anteriores. No mesmo ano, ingressou no parlamento britânico, associando-se, imediatamente, ao partido conservador. 

Winston Churchill: da liderança ao fracasso

Churchill conheceu Clementine Roosevelt em 1904, com quem se casou em 1908. Juntos, tiveram cinco filhos. Não, Clementine não é parente do ex-presidente americano Franklin Roosevelt
Foto: Churchill e Clementine – History.com

Churchill conheceu Clementine Roosevelt em 1904, com quem se casou em 1908. Juntos, tiveram cinco filhos. E não, Clementine não é parente do ex-presidente americano Franklin Roosevelt.

Em outubro de 1911, Winston assumiu como Primeiro Lorde do Almirantado, um dos cargos militares mais importantes do exército britânico, responsável pela liderança da poderosa marinha de guerra do Reino Unido. Ao assumir, dedicou-se, imediatamente, na reestruturação e modernização da entidade. 

Durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o então líder marítimo foi o principal arquiteto da Campanha de Galípoli, em 1915, cujo objetivo era assegurar a estreita passagem de Dardanelos, a única saída marítima para o mar mediterrâneo.

A Primeira Guerra teve dois grupos de ação principais: a Tríplice Aliança (Alemanha, Itália e Império Austro-Húngaro e Império Turco-otomano) e a Tríplice Entente/Aliados (Reino Unido, França e Rússia, dentre outras nações). 

Na Campanha de Galípoli, o plano idealizado por Churchill consistia em atacar as defesas costeiras otomanas no estreito, seguindo por um desembarque anfíbio, um tipo de operação militar lançada a partir do mar por uma força naval ou de um desembarque terrestre (como foi o Dia D). A operação teria por função conquistar toda a península de Dardanelos, permitindo que os navios aliados pudessem cruzar o estreito em segurança. 

Entretanto, apesar de os britânicos e franceses terem conseguido desembarcar com uma grande força no local, os otomanos estavam muito bem entrincheirados. Os turcos tinham poderosos canhões costeiros protegidos no alto das escarpas de Galípoli e atacavam com tranquilidade os navios aliados.

O planejamento foi um desastre militar completo, resultando na morte de mais de 60 mil turcos e 50 mil britânicos e franceses. A repercussão foi muito ruim, levando a demissão de Churchill do posto de Primeiro Lorde do Almirantado. 

Fora dos holofotes 

Após a revolução comunista na Rússia e o surgimento da União Soviética, no início da década de 1920, Winston Churchill foi uma voz ativa no parlamento britânico contra o risco da expansão do comunismo pela Europa, considerando-o uma terrível ameaça.
Foto: Churchill – Conhecimento Científico

Após a revolução comunista na Rússia e o surgimento da União Soviética, no início da década de 1920, Winston Churchill foi uma voz ativa no parlamento britânico contra o risco da expansão do comunismo pela Europa, considerando-o uma terrível ameaça.

Nos anos 1920, Winston iniciou um declínio na sua vida política, algo que se tornaria mais evidente após a derrota do partido conservador nas eleições gerais de 1929 (o pleito, caso vencido, poderia lhe dar o cargo de primeiro-ministro inglês). Após a derrota, Churchill passou grande parte da década de 1930 em relativo isolamento político; dedicando-se à leitura e a escrita.

Durante os anos 30, apesar de afastado do governo, ele atacou, por meio da publicação de longos e contundentes artigos, o movimento de independência da Índia (que virou realidade apenas em 1947). Não à toa, não dá para considerá-lo como um pensador da liberdade

A partir de 1933, após a ascensão de Adolf Hitler no poder da Alemanha, e quando se tornou evidente que o partido nazista estava rearmando o país, Churchill foi uma das poucas vozes que se levantou contra aquilo que considerava uma séria ameaça a estabilidade da Europa central, o Nazismo

Winston foi constantemente a público para alertar o Reino Unido sobre um conflito que considerava inevitável contra a Alemanha Nazista. Também criticou fortemente o governo britânico da época, principalmente o primeiro ministro Neville Chamberlain pela sua política do apaziguamento. De acordo com Churchill, havia passividade diante das exigências cada vez mais agressivas de Hittler.

Após Chamberlain assinar com Hittler o Acordo de Munique, em setembro de 1938, que, ao tentar acalmar a expansão territorial nazista, deu carta branca para a Alemanha anexar vastas regiões da Tchecoslováquia, Churchill foi a público e disse: “A Inglaterra teve a chance de escolher entre e guerra e a vergonha. Ela escolheu a vergonha. E por isso terá a guerra”. 

Winston Churchill na Segunda Guerra 

No dia primeiro de setembro de 1939, no mesmo dia que o Reino Unido declarou guerra à Alemanha após a invasão da Polonia, que deu início à Segunda Guerra Mundial, Churchill foi novamente indicado para o posto de Primeiro Lorde do Almirantado — a mesma posição que desempenhou durante a primeira parte da Primeira Guerra
Foto: Churchill – Wikimedia Commons

No dia primeiro de setembro de 1939, no mesmo dia que o Reino Unido declarou guerra à Alemanha após a invasão da Polônia, que deu início à Segunda Guerra Mundial, Churchill foi novamente indicado para o posto de Primeiro Lorde do Almirantado — a mesma posição que desempenhou durante a primeira parte da Primeira Guerra. 

A Segunda Guerra Mundial contou com o envolvimento de dezenas de países. Os participantes do conflito podem ser divididos em dois grupos. Entre os principais aliados estavam Reino Unido, França, União Soviética e Estados Unidos eram os membros principais; enquanto o eixo era composto por Alemanha, Itália e Japão como os membros principais.

No dia 10 de maio de 1940, poucas horas antes da invasão Alemã na França, e diante do fracasso britânico na defesa da Noruega, o governo de Chamberlain não resistiu. A queda abriu espaço para a nomeação de Churchill para o cargo político máximo, o de primeiro-ministro.

No dia 13 de maio de 1940, em seu primeiro discurso no cargo, em plena invasão alemã na França, Winston Churchill disse: “não tenho nada a oferecer para além de sangue, sofrimento, lágrimas e suor”. 

Churchill era um tremendo orador, com uma gigantesca capacidade para entreter e envolver sua audiência. Seus discursos, principalmente os da primeira fase da Guerra, quando o Reino Unido esteve sozinho na luta contra a Alemanha Nazista, entraram para a história — servindo para motivar a sociedade britânica em um de seus momentos mais escuros.

Winston Churchill: o líder do Reino Unido 

Durante a Batalha da Grã-Bretanha, o primeiro conflito da história envolvendo exclusivamente forças aéreas, quando a Luftwaffe, força aérea alemã, lançou sobre o Reino Unido toda a sua força, a Royal Air force (RAF), força aérea inglesa, conseguiu deter o avanço alemão, infligindo a primeira derrota de Hitler na Segunda Guerra.
Foto: Churchill – BBC

Durante a Batalha da Grã-Bretanha, o primeiro conflito da história envolvendo exclusivamente forças aéreas, quando a Luftwaffe, força aérea alemã, lançou sobre o Reino Unido toda a sua força, a Royal Air force (RAF), força aérea inglesa, conseguiu deter o avanço alemão, infligindo a primeira derrota de Hitler na Segunda Guerra. 

Após o histórico conflito aéreo, Churchill disse: “nunca antes na história dos conflitos humanos tantos [população] deveram tanto a tão poucos [referindo-se aos jovens e destemidos pilotos da RAF]”. 

Após a queda da França, em junho de 1940, com a Inglaterra completamente sozinha contra a poderosa Alemanha e os seus companheiros do Eixo, Winston Churchil, em um dos seus mais inflamados e motivadores discursos, afirmou:

Devemos ir até o fim. Lutaremos na França. Lutaremos nos mares e nos oceanos. Lutaremos com crescente confiança e crescente força no ar. Defenderemos nossa ilha custe o que custar. Lutaremos nas praias. Lutaremos nos campos de pouso. Lutaremos nos campos e nas ruas. Lutaremos nas colinas. Nunca, nunca nos renderemos. 

Winston Churchill e Franklin Roosevelt 

Churchill, durante a Segunda Guerra, dedicou um gigantesco esforço em tecer firmes laços diplomáticos com poderosos aliados, com destaque para Franklin Roosevelt, por quem tinha grande consideração. Foi graças a essa incansável diplomacia que o Reino Unido conseguiu se manter de pé, ainda que praticamente sozinho, até a entrada oficial dos Estados Unidos na guerra, em dezembro de 1941
Foto: Churchill e Roosevelt – O Globo

Churchill, durante a Segunda Guerra, dedicou um gigantesco esforço em tecer firmes laços diplomáticos com poderosos aliados, com destaque para Franklin Roosevelt, por quem tinha grande consideração. Foi graças a essa incansável diplomacia que o Reino Unido conseguiu se manter de pé, ainda que praticamente sozinho, até a entrada oficial dos Estados Unidos na guerra, em dezembro de 1941. 

Manteve, também, uma estreita ligação com os países membros da Commonwealth, organização intergovernamental composta por 53 países com o objetivo de construir relações diplomáticas, com destaque para o Canadá e a Austrália. 

Decisões controversas de Winston Churchill

Foto: Churchill – Efecetera

Em 1943, com o sudeste asiático imerso no caos, devido a brutal e sangrenta invasão japonesa, a região de Bengala, na Índia britânica, sofreu uma forte falta de alimentos – com as rotas de suprimentos comprometidas com o esforço de guerra drenando todos os recursos. Estima-se que, de uma população de 60 milhões, algo entorno de 1,5 a 4 milhões de pessoas morreram de doenças relacionadas com a má nutrição.  

A situação só começou a ser controlada em 1944, quando a marinha japonesa deixou de representar uma ameaça na região. O controle permitiu o envio de comboio de alimentos a partir da Austrália e da África do Sul. 

O governo de Churchill, que estava inteiramente ligado no conflito que envolveu os indianos, foi duramente criticado por não ter tomado medidas mais ativas para conter a crise em Bengala. Os críticos dizem que o Reino Unido poderia ter evitado a fome por meio da interrupção das exportações de grãos produzidos na região. 

Os defensores, no entanto, alegam que em 1943, no auge da Segunda Guerra, com as rotas marítimas bastante comprometida pela Kriegsmarine, marinha nazista, e pela marinha imperial japonesa, Churchill pouco ou nada poderia fazer. Em todo caso, trata-se de uma mancha que o acompanhará para sempre. 

Outra decisão bastante controversa foi o bombardeio de Dresden, cidade alemã, em fevereiro e 1945, quando centenas de bombas britânicas e norte-americanas reduziram a cidade em um monte fumegante de escombros. Pelo menos 25 mil civis morreram na ação. 

As críticas sobre Churchill alegam que o bombardeio foi um crime de guerra cometido contra uma cidade que, no momento do ataque, já não tinha capacidade para se defender. Já os defensores argumentam que, apesar da força do ataque ter sido demasiada, ou seja, mais forte do que o necessário, inseriu-se em um esforço de tentar encerrar a guerra o mais rápido possível.

Terceira guerra? 

Foto: Stalin, Roosevelt e Churchill, respectivamente – DW

Em maio de 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial, Churchill atingiu o ponto máximo de sua carreira, sendo reconhecido pela população britânica como um dos principais responsáveis pela vitória dos Aliada.  

Nessa época, ele já estava convencido de que a União Soviética (URSS), a quem acusava de conquistadores da Europa do leste (no mau sentido)era uma ameaça tão grande para a Europa quanto a Alemanha nazista era em 1939.  

Essas diferenças cresceram cada vez mais até atingirem um ponto crítico com o final da Segunda Guerra, quando se tornou evidente para Churchill que Josef Stálin não iria abrir mão dos territórios ocupados pelo Exército Vermelho na Europa Oriental.

Por isso, planejou um plano de atacar as forças soviéticas na Europa. De acordo com suas memórias, a terceira guerra mundial deveria ter começado em julho de 1945, mas todo plano foi recusado pelas Forças Armadas Britânicas e aliados.

Cortina de Ferro 

Foto: Churchill – ORC

Em julho de 1945, Winston perdeu as eleições gerais, mas assumiu uma cadeira no parlamento britânico. Dessa vez, no papel de oposição.  

Em 1946, em uma viagem para os Estados Unidos, cunhou o termo “Cortina de Ferro” ao metaforizar a ameaça comunista dizendo, em um discurso, que do Mar Báltico, no norte, ao mar adriático, no sul, uma cortina de ferro havia descido sobre o continente. Atrás dela, encontravam-se todas as capitais dos antigos estados da Europa central e oriental: Varsóvia, Berlim, Praga, Viena, Budapeste, Belgrado, Bucareste e Sofia – todas essas cidades presas na esfera de influência soviética.  

No final dos anos 1940 e no início dos anos 1950, Churchill foi o defensor daquilo que ele chamava de uma espécie de Estados Unidos da Europa. Um continente centrado no eixo franco-alemão com o Reino Unido, a Commonwealth e os Estados Unidos atuando como patrocinadores. Parte da sugestão virou, anos depois, realidade: atualmente, Churchill é reconhecido como um dos pais fundadores da União Europeia.  

Em 1951, Winston venceu as eleições gerais e assumiu um segundo mandato no posto de primeiro-ministro que durou até 1955. Com sua saúde bastante deteriorada e com sucessivos derrames, Churchill retirou-se do cargo. Nos anos seguintes, o estadista atuou no parlamento, mas com uma postura cada vez menos ativa. Até, finalmente, aposentar-se em 1964. 

A morte de Winston Churchill 

Foto: Enterro de Churchill – Eurasia1945

Winston Churchill morreu em um domingo, dia 24 de janeiro de 1965, aos 90 anos, em Londres.  

Seu funeral foi considerado o maior da história até a data, tendo sido acompanhado por mais de 350 milhões de pessoas no mundo todo – por meio de uma grande cobertura de rádio e televisão. A própria rainha Elizabeth fez questão de comparecer à cerimônia – em sinal de respeito e agradecimento pelo trabalho que realizou.  

Churchill foi, sem dúvida nenhuma, um dos maiores estadistas britânicos da história e uma figura central na história mundial nos anos 1940. 

Será para sempre recordado: algumas vezes odiado, outras vezes admirado. Uma coisa, todavia, é inegável: 

Winston Leonard Spencer Churchill foi capaz, como nenhum outro, de liderar seu povo numa das fases mais sombrias da história da humanidade.  

O texto foi inspirado no vídeo Winston Chirchill, do canal no Youtube Hoje na Segunda Guerra Mundial, em que vale muito acompanhar.

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Criador dos canais Hoje no Mundo Militar e Hoje na Segunda Guerra Mundial.

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