Uma estatal a menos: Eletrobras é privatizada por R$ 33,7 bilhões

A Eletrobras foi, finalmente, privatizada! Ao menos a União deixou de ser a controladora, abrindo espaço no mercado de capitais para investidores privados e institucionais.

Com a emissão de novas ações, houve a diluição da participação do governo na empresa, com a União passando a ter pouco menos de 45% do capital social após a transação.

Ao todo, a capitalização da companhia somou R$ 33,7 bilhoes, adotando o valuation de R$ 96,6 bilhões, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vendendo ações na oferta global. De tudo que foi vendido, o investidor individual assumiu R$ 9 bilhões, ou 27%, com R$ 6 bilhões vindos a partir do FGTS — que deveria acabar.

A Eletrobras é uma empresa com grande ativo fixo, geração de caixa previsível e potencial de melhoria operacional muito significativo nas mãos da iniciativa privada.

Com o atual novo valor de mercado, a companhia passa a ser uma das 10 maiores empresas da bolsa brasileira, superando a Suzano, a JBS e a Itaúsa.

A União agora continua com participação societária na empresa, o que eventualmente pode ser vendido à mercado, como foi feito nos últimos anos com ações da Petrobras (R$ 31,5 bilhões), da Vale (R$ 24,5 bilhões) e debentures da Vale (R$ 11,5  bilhões), da BR Distribuidora (R$ 21 bilhões), entre outras iniciativas.

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Ideias Radicais

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